Resposta direta
A injeção intravítrea aplica um medicamento dentro do olho, no vítreo, para tratar doenças da retina como DMRI neovascular, retinopatia diabética e edema macular. Na Barra da Tijuca, ela é feita pela Dra. Nina Konichi e pelo Dr. Henrique Leber no Américas Oftalmocenter, com anestesia em colírio, em menos de 5 minutos e sem internação.
A injeção intravítrea na Barra da Tijuca é realizada pela Dra. Nina Konichi e pelo Dr. Henrique Leber no Américas Oftalmocenter Barra da Tijuca — centro oftalmológico com infraestrutura completa para procedimentos de retina na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Para quem mora na Barra da Tijuca, Recreio, São Conrado ou arredores, este é o caminho mais direto para tratar doenças da retina sem enfrentar longas distâncias até a Zona Sul ou o Centro.

Este artigo explica como funciona a injeção intravítrea no Américas Oftalmocenter Barra, quais doenças ela trata, quais convênios são aceitos e o que esperar em cada etapa do tratamento.
O que é injeção intravítrea e para que serve
A injeção intravítrea é um procedimento que aplica um medicamento diretamente no interior do olho — no vítreo (gel que preenche o olho) — para tratar doenças da retina que envolvem vazamento de vasos sanguíneos ou neovascularização. É o tratamento padrão para condições como:
- Degeneração macular relacionada à idade (DMRI neovascular) — principal causa de perda visual em adultos acima de 60 anos
- Retinopatia diabética — complicação ocular do diabetes com risco de cegueira
- Edema macular diabético — inchaço na região central da retina que reduz a visão de detalhes
- Oclusão de veia retiniana — entupimento de veia da retina que causa edema e hemorragia
- Neovascularização coroidal — crescimento anormal de vasos sob a retina
Os medicamentos mais utilizados são os anti-VEGF (bevacizumabe, ranibizumabe, aflibercepte, faricimabe) — substâncias que bloqueiam o fator de crescimento vascular e reduzem o vazamento e o crescimento anormal de vasos. Em alguns casos, são usados corticoides de liberação prolongada, como o implante de dexametasona.
Como é feita a injeção intravítrea na Barra da Tijuca
O procedimento é rápido e realizado em consultório ou sala de pequena cirurgia — sem necessidade de internação. Na Barra da Tijuca, é realizado no Américas Oftalmocenter com todos os protocolos de assepsia necessários. As etapas são:
1. Preparo e anestesia
O olho é higienizado com solução antisséptica (iodo-povidona) e anestesiado com colírio anestésico. O procedimento não requer injeção anestésica ao redor do olho.
2. A injeção
Com um aparato estéril (espéculo), o médico aplica o medicamento com uma agulha fina na parte branca do olho (esclera), na região lateral. O procedimento dura menos de 5 minutos. A maioria dos pacientes refere apenas leve pressão, sem dor.
3. Pós-procedimento
O paciente recebe colírios antibióticos para uso por alguns dias. A visão pode ficar levemente turva nas primeiras horas por uma bolha de gás que se reabsorve rapidamente. O paciente vai embora andando no mesmo dia.
A Dra. Nina Konichi realizou seu treinamento avançado em retina médica e cirúrgica como Research Fellow da UCSF (Universidade da Califórnia em San Francisco) — um dos centros de excelência em retina do mundo. O Dr. Henrique Leber se especializou no Instituto Suel Abujamra em São Paulo. Juntos, trazem experiência de alto nível para o tratamento de doenças retinianas na Barra da Tijuca.
Convênios aceitos para injeção intravítrea na Barra da Tijuca
A equipe OlharPar aceita os principais convênios médicos no Américas Oftalmocenter Barra da Tijuca para injeção intravítrea, incluindo Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica, GEAP, Porto Seguro e Prevent Senior RJ. Atendemos também em particular.


A maioria dos convênios cobre injeções intravítreas com anti-VEGF quando há indicação médica documentada — laudo de OCT (tomografia de coerência óptica) e mapeamento de retina confirmando a doença ativa. Em alguns casos, o convênio pode exigir guia de autorização prévia. A equipe OlharPar auxilia na documentação necessária para aprovação.
Entre em contato para verificar a cobertura do seu plano específico antes de agendar.
Com que frequência é necessário fazer a injeção
A frequência das injeções depende da doença, do medicamento utilizado e da resposta de cada paciente ao tratamento. Os protocolos mais comuns são:
- DMRI neovascular: fase de ataque de 3 injeções mensais, seguida de manutenção com intervalos progressivamente maiores (de acordo com a atividade da doença)
- Edema macular diabético: protocolo inicial de 5 injeções mensais (aflibercepte) ou 3 mensais, com manutenção a cada 2-3 meses
- Oclusão de veia retiniana: geralmente 3 a 6 injeções no primeiro ano, com redução progressiva
A Dra. Nina e o Dr. Henrique utilizam OCT para monitorar a atividade da doença e personalizar os intervalos entre as injeções — reduzindo ao máximo o número de procedimentos necessários sem comprometer os resultados.
Exames necessários antes da primeira injeção
Antes de iniciar o tratamento com injeções intravítreas na Barra da Tijuca, a equipe OlharPar realiza uma avaliação completa que inclui:
- OCT (Tomografia de Coerência Óptica): imagem de alta resolução das camadas da retina, essencial para diagnóstico e monitoramento
- Mapeamento de retina (fundoscopia): exame do polo posterior com dilatação pupilar
- Angiofluoresceinografia: quando necessário, para mapear a vascularização retiniana
- Retinografia: registro fotográfico da retina para comparação evolutiva
Quando procurar um especialista em retina na Barra da Tijuca
Alguns sinais visuais merecem avaliação urgente com um especialista em retina. Procure a equipe OlharPar na Barra da Tijuca se você notar:
- Visão central embaçada ou distorcida (linhas retas que parecem tortas)
- Mancha escura ou ponto cego no centro da visão
- Moscas volantes (floaters) em grande quantidade, especialmente com flashes de luz
- Perda súbita de parte do campo visual
- Visão vermelha (hemorragia vítrea)
Pacientes com diabetes, histórico familiar de DMRI ou acima de 60 anos devem realizar mapeamento de retina preventivo anualmente — mesmo sem sintomas.
Leia também: Injeção intravítrea: o que é, para que serve e como é o procedimento | Cirurgia de Retina e Vítreo na OlharPar
Voltar ao blogPerguntas frequentes
Onde fazer injeção intravítrea na Barra da Tijuca?
A Dra. Nina Konichi e o Dr. Henrique Leber realizam injeções intravítreas na Barra da Tijuca dentro do Américas Oftalmocenter — estrutura oftalmológica completa com sala de procedimentos adequada para este tratamento. A unidade da Barra atende moradores da Barra da Tijuca, Recreio, São Conrado e Zona Oeste.
O convênio cobre injeção intravítrea?
A maioria dos convênios cobre a injeção intravítrea quando há indicação médica documentada — como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), retinopatia diabética ou oclusão vascular retiniana. A cobertura inclui os medicamentos anti-VEGF nos planos ANS. A OlharPar aceita Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica, GEAP, Porto Seguro e Prevent Senior RJ na Barra da Tijuca. Entre em contato para verificar a cobertura do seu plano.
A injeção intravítrea dói?
O procedimento é realizado com anestesia local em colírio — gotas que adormecem a superfície do olho. A maioria dos pacientes relata desconforto mínimo ou leve pressão, sem dor significativa. Dura menos de 5 minutos e o paciente vai embora andando, geralmente sem curativo.
Com que frequência é necessária a injeção intravítrea?
A frequência depende da doença e da resposta individual ao tratamento. Na DMRI neovascular, o protocolo inicial mais comum é de uma injeção por mês por 3 meses (fase de ataque), seguido de manutenção com intervalos variáveis. Na retinopatia diabética e em oclusões vasculares, o esquema pode diferir. A Dra. Nina Konichi e o Dr. Henrique Leber avaliam e ajustam o intervalo conforme a resposta de cada paciente.
Quais medicamentos são usados na injeção intravítrea?
Os medicamentos mais utilizados são os anti-VEGF (bevacizumabe, ranibizumabe, aflibercepte, faricimabe) e, em alguns casos, corticoides de liberação prolongada (como o implante de dexametasona). A escolha do medicamento depende da doença, da cobertura do convênio e das características individuais do paciente — a equipe OlharPar orienta sobre todas as opções disponíveis.
Nota médica: este conteúdo é educativo e não substitui consulta, diagnóstico ou orientação individual.


